#12 – Vida pessoal x obra: É possível separar? | AudiovisualCast

A lista não para de crescer. Diversas denúncias contra artistas e profissionais do audiovisual têm nos colocados em um impasse e suscitado o seguinte debate: é possível separar o âmbito pessoal do artístico para apreciar produções realizadas por pessoas antiéticas e criminosas?

Juntamos um time de estudiosos de audiovisual para tentar isolar as variáveis desse problema e debater maneiras de lidar com isso. Juliana Delicato, Felipe Amaral, Paulo Mendonça, Glauco Toledo e eu compartilhamos frustrações (como Johnny Depp, Kevin Spacey, Alfred Hitchcock, Woody Allen e Kadu Moliterno), falamos sobre o poder de hashtags como #MeToo e #MexeuComUmaMexeuComTodas, avaliamos as posturas das empresas que empregam essas pessoas e propusemos possíveis soluções.

O caso de racismo envolvendo William Waack e o de assédio envolvendo José Mayer também foram assunto do episódio.

A partir da valiosa contribuição da doutoranda Renata Frigeri discutimos também a condição de obras que por um lado possuem reconhecido valor artístico mas por outro defendem valores inaceitáveis, como o totalitarismo em O Triunfo da Vontade (Leni Riefenstahl, 1935) e o racismo em O Nascimento de uma Nação (D.W. Griffith, 1915).

Falhas éticas são falhas estéticas?

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Vídeos citados no episódio:





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Outros conteúdos citados:

Publicações científicas citadas no episódio:

E se quiser usar algo dito nesse podcast em sua pesquisa, facilito pra você:

SEGUIN, J. C. D.; AMARAL, F. E.; MENDONÇA, P. V.; TOLEDO, G. M.; FRIGERI, R. A.; OLIVEIRA, B. J. #12 – Vida pessoal x obra: É possível separar? | AudiovisualCast. Podcast (77 min), 2017. Disponível em: <http://audiovisualcast.com.br/2017/12/12-vida-pessoal-x-obra-e-possivel-separar-audiovisualcast>. Acesso em: 25 Set. 2018.

As imagens da capa são de propriedade da Netflix Entretenimento Brasil Ltda e Warner Bros. Pictures e foram empregadas neste podcast para fins de estudo e crítica, uso permitido conforme prevê o artigo 46 da Lei Nº 9.610/98.

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